USANDO A CABESSA
02 março 2011
20 setembro 2010
Políticos
Não gostos muito desse cara pessoalmente (dane-se a ambiguidade), mas confesso que nesse vídeo ele mandou muito bem, além de completar várias coisas do que disse no ultimo post!
19 setembro 2010
LEI Nº 9.504
"LEI Nº 9.504
(30 DE SETEMBRO DE 1997)
Art. 45. A partir de 1º de julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário:
II - usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito."
"O que o humor brasileiro, sendo em muitos casos uma forma de trabalho, tem a ver com os joguinhos políticos?
O TSE afirma que a lei de 97 visa ao equilíbrio nas disputas, ao tratamento isonômico dos candidatos. Sendo assim, fica a pergunta: como é possível uma igualdade, quando há uma defasagem de dez minutos, somente no horário eleitoral obrigatório, entre os candidatos à presidência?
A política no Brasil não é levada a sério, e não só pelos políticos. Quase 70% dos eleitores não lembram em quem votaram nas últimas eleições. Ter uma lei que tenta deixar nossas eleições mais sérias, censurando o humor, torna-se a própria piada.
Quantos de nós não desligamos a TV ou, pelo menos, mudamos para um canal pago na hora do horário eleitoral? E os que restaram, quantos não o assistem só para dar umas boas risadas? Essa lei totalitária só nos tira alguns motivos de risadas, enquanto deveríamos, por termos essa política vergonhosa, apenas chorar."
ps. - Sim, eu sei que essa lei já foi alterada, mas fica o texto.
Obs¹ - O texto original foi adaptado para ser reescrito aqui.
Obs² - Dou a minha palavra que tudo é de minha autoria, acredite quem quiser.
Obs³ - Está vetado qualquer tipo de cópia seja de qual for a parte do texto e seja para qual for a finalidade (Orra! Zuera. Copiem e digam que é de vocês essa porcaria de aglomerado de palavras.)
(30 DE SETEMBRO DE 1997)
Art. 45. A partir de 1º de julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário:
II - usar trucagem, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação, ou produzir ou veicular programa com esse efeito."
"O que o humor brasileiro, sendo em muitos casos uma forma de trabalho, tem a ver com os joguinhos políticos?
O TSE afirma que a lei de 97 visa ao equilíbrio nas disputas, ao tratamento isonômico dos candidatos. Sendo assim, fica a pergunta: como é possível uma igualdade, quando há uma defasagem de dez minutos, somente no horário eleitoral obrigatório, entre os candidatos à presidência?
A política no Brasil não é levada a sério, e não só pelos políticos. Quase 70% dos eleitores não lembram em quem votaram nas últimas eleições. Ter uma lei que tenta deixar nossas eleições mais sérias, censurando o humor, torna-se a própria piada.
Quantos de nós não desligamos a TV ou, pelo menos, mudamos para um canal pago na hora do horário eleitoral? E os que restaram, quantos não o assistem só para dar umas boas risadas? Essa lei totalitária só nos tira alguns motivos de risadas, enquanto deveríamos, por termos essa política vergonhosa, apenas chorar."
ps. - Sim, eu sei que essa lei já foi alterada, mas fica o texto.
Obs¹ - O texto original foi adaptado para ser reescrito aqui.
Obs² - Dou a minha palavra que tudo é de minha autoria, acredite quem quiser.
Obs³ - Está vetado qualquer tipo de cópia seja de qual for a parte do texto e seja para qual for a finalidade (Orra! Zuera. Copiem e digam que é de vocês essa porcaria de aglomerado de palavras.)
02 setembro 2010
O Tempo
A dimensão mais temida de todos. O Tempo. O inexorável Tempo.
Não perdoa ricos, pobres, famintos, fartos, jovens, idosos, mulheres, homens, animais, humanos, animados ou inanimados. Tudo e todos estão fadados a não permanecerem como estão. O dinamismo do universo, apenas, é assim (querendo ou não). Nós só o aceitamos como regra e dançamos conforme a música macabra que é tocada para nós. Sendo assim, todos temos que dançar: errado ou certo, rápido ou devagar, com alguém ou sozinhos. Nós dançaremos, mesmo que seja a última música ou mesmo que não cheguemos a dançá-la até o fim.
A vida é assim. É, e apenas é.
Nem as coisas mais abstratas resistem ao Tempo.
Nem as maiores amizades, os mais perfeitos amores. Os gostos que antes combinavam, não combinam mais; as longas e produtivas conversas que antes tinham, não passam de 3 minutos; o cheiro tão gostoso que tinha antes, hoje é apenas mais um; o sorriso que alegrava o dia, não passa de um remendo tentando arrumar o que se foi; toda aquela beleza exuberante, só se acha na memória; e assim vai... cada detalhe, agora, não passa de uma mera parte do todo. É assim. Os mais belos laços ruem, inevitavelmente. As lembranças boas ficam (às vezes misturadas com algumas ruins), assim como a consideração, a essência da amizade e do amor. O idealismo fica a mente - perturbando a cada segundo, minuto, hora, dia ou ano - dependendo somente do significado de cada momento.
É fato. Ele vai passar; você vai envelhecer; grandes amizades e amores ficarão só nas lembranças, algumas fisicamente presentes, e raríssimas perdurarão no dia-a-dia até o final.
Não adianta lutar, esbravejar, chorar. Tudo vai passar, (repito) querendo ou não, acabando aqui ou com a morte.
(In)felizmente é assim. Ponto.
Não perdoa ricos, pobres, famintos, fartos, jovens, idosos, mulheres, homens, animais, humanos, animados ou inanimados. Tudo e todos estão fadados a não permanecerem como estão. O dinamismo do universo, apenas, é assim (querendo ou não). Nós só o aceitamos como regra e dançamos conforme a música macabra que é tocada para nós. Sendo assim, todos temos que dançar: errado ou certo, rápido ou devagar, com alguém ou sozinhos. Nós dançaremos, mesmo que seja a última música ou mesmo que não cheguemos a dançá-la até o fim.
A vida é assim. É, e apenas é.
Nem as coisas mais abstratas resistem ao Tempo.
Nem as maiores amizades, os mais perfeitos amores. Os gostos que antes combinavam, não combinam mais; as longas e produtivas conversas que antes tinham, não passam de 3 minutos; o cheiro tão gostoso que tinha antes, hoje é apenas mais um; o sorriso que alegrava o dia, não passa de um remendo tentando arrumar o que se foi; toda aquela beleza exuberante, só se acha na memória; e assim vai... cada detalhe, agora, não passa de uma mera parte do todo. É assim. Os mais belos laços ruem, inevitavelmente. As lembranças boas ficam (às vezes misturadas com algumas ruins), assim como a consideração, a essência da amizade e do amor. O idealismo fica a mente - perturbando a cada segundo, minuto, hora, dia ou ano - dependendo somente do significado de cada momento.
É fato. Ele vai passar; você vai envelhecer; grandes amizades e amores ficarão só nas lembranças, algumas fisicamente presentes, e raríssimas perdurarão no dia-a-dia até o final.
Não adianta lutar, esbravejar, chorar. Tudo vai passar, (repito) querendo ou não, acabando aqui ou com a morte.
(In)felizmente é assim. Ponto.
09 agosto 2010
p'=p · n¹/n²
Ela torrando ao sol num tédio de queimar a alma.
Ele na piscina - "entra aqui que vou te mostrar uma coisa."
Ela pensa - "Deus existe. Já tava na hora de tirar o atraso."
Ela entra com todo o cuidado para não perder o charme, chega perto, e ele diz - "você já reparou que a piscina parece mais rasa do que ela realmente é?"
* Onde:
- p' → profundidade aparente;
- p → profundidade real;
- n¹ → índice de refração absoluto no meio em que está o observador;
- n² → índice de refração absoluto no meio em que está o objeto.
Ele na piscina - "entra aqui que vou te mostrar uma coisa."
Ela pensa - "Deus existe. Já tava na hora de tirar o atraso."
Ela entra com todo o cuidado para não perder o charme, chega perto, e ele diz - "você já reparou que a piscina parece mais rasa do que ela realmente é?"
* Onde:
- p' → profundidade aparente;
- p → profundidade real;
- n¹ → índice de refração absoluto no meio em que está o observador;
- n² → índice de refração absoluto no meio em que está o objeto.
23 julho 2010
18 julho 2010
A Maldita...
Não importa quantos capítulos de um livro de historia você leia, ou quantas páginas de teoria da física clássica dos corpos de massas imutáveis você devore, ou até mesmo quantos versículos da bíblia você decifre, nem quantos segundos, minutos, horas você espere que passe, muito menos quantos infinitos carneiros você já conte, quantos lados da cama você teste, lugares que você olhe, ou mesmo lugares que você imagine de olhos fechados. A música mais melosa e sonífera, o melhor dos mantras de relaxamento e nem uma concentraçao budista não mudam a sua situação. Os pensamentos vêm à sua cabeça, assim, sem mais nem menos e ficam martelando nela até você arrumar outra coisa para se distrair. Você boceja pela primeira vez as 4 da manha, mas isso não é nenhum sinal de que o sono está vindo. Sabes que TEM que dormir, mas não dá, simplesmente, não dá. Insônia, maldita insônia.
21 junho 2010
Da tese: se tudo der errado eu...
Quem nunca cogitou essa hipótese? Quem nunca torceu para tudo, realmente, dar errado só para fazer coisas inusitadas e sempre sonhadas? Se não todos, muitos já passaram por isso.
Infelizmente as coisas não funcionam desse jeito. Há a enorme burocracia social: estudar, estudar, trabalhar, trabalhar, ganhar dinheiro, para depois de uma vida estabilizada você usufruir de tudo o que você não pôde no apogeu da juventude. Errado? Não. Penso que certo DEMAIS! E como dizem os quadrilhões de ditados por ai: "Tudo em excesso não presta".
Uma mochila mais uns trocados no bolso e uma passagem de avião. Uma banda com algumas letras e acordes. Um carro, uma prancha. Uma paixão e uma estrada. Uma moto. Um barco. Ásia. África. Europa. Oceania. Quente. Frio. Mar. Praia. Montanha. Castelos. Pastos. Animais. Comidas. Pessoas. Festas. Músicas. Danças. Culturas. Lugares. Visuais. Sentimentos. Tudo diferente, exatamente tudo.
É impossível alguém não querer conhecer cada canto, cada cheiro, cada traço do mundo. Sonhar com isso é inevitável, pelo menos para quem tem acesso a história de cada local, a uma parte da cultura ou, pelo menos, a uma imagem, um vídeo. É inerente o ser humano, é ainda mais inato à juventude.
Bravo aqueles que podem, querem e fazem isso. Sou completamente fã de desbravadores como esses que passam um, dois ou até mais anos perambulando por esse mundo, sem se preocuparem onde irão dormir no dia seguinte, quanto precisam ganhar ou o que irão comer, vestir, falar, fazer, pensar.
Cada um tem seu sonho, seus lugares. Não duvido que você já não tenha um roteiro completo em sua mente, só esperando a oportunidade para ser colocado em prática.
Um dia farei tudo o que quero, metodicamente do meu jeito. Mas antes tenho alguns assuntos burocráticos a serem resolvidos...
Infelizmente as coisas não funcionam desse jeito. Há a enorme burocracia social: estudar, estudar, trabalhar, trabalhar, ganhar dinheiro, para depois de uma vida estabilizada você usufruir de tudo o que você não pôde no apogeu da juventude. Errado? Não. Penso que certo DEMAIS! E como dizem os quadrilhões de ditados por ai: "Tudo em excesso não presta".
Uma mochila mais uns trocados no bolso e uma passagem de avião. Uma banda com algumas letras e acordes. Um carro, uma prancha. Uma paixão e uma estrada. Uma moto. Um barco. Ásia. África. Europa. Oceania. Quente. Frio. Mar. Praia. Montanha. Castelos. Pastos. Animais. Comidas. Pessoas. Festas. Músicas. Danças. Culturas. Lugares. Visuais. Sentimentos. Tudo diferente, exatamente tudo.
É impossível alguém não querer conhecer cada canto, cada cheiro, cada traço do mundo. Sonhar com isso é inevitável, pelo menos para quem tem acesso a história de cada local, a uma parte da cultura ou, pelo menos, a uma imagem, um vídeo. É inerente o ser humano, é ainda mais inato à juventude.
Bravo aqueles que podem, querem e fazem isso. Sou completamente fã de desbravadores como esses que passam um, dois ou até mais anos perambulando por esse mundo, sem se preocuparem onde irão dormir no dia seguinte, quanto precisam ganhar ou o que irão comer, vestir, falar, fazer, pensar.
Cada um tem seu sonho, seus lugares. Não duvido que você já não tenha um roteiro completo em sua mente, só esperando a oportunidade para ser colocado em prática.
Um dia farei tudo o que quero, metodicamente do meu jeito. Mas antes tenho alguns assuntos burocráticos a serem resolvidos...
17 maio 2010
Desabafo
Olá leitores que não tenho!
Bem, como nenhum de todos vocês sabem, tenho esse blog não faz muito tempo, e logo no início, praticamente, já o larguei por conta de uma específica exigência burocrática social, o vestibular.
No início quis fazer desse pequeno sítio um lugar para entretenimento, depois para críticas e postagens de gostos pessoais. Com o ligeiro passar do tempo fui ficando sem uma vida social, sem pensamentos diversos e ficou difícil escrever algo bom e original sem ser relacionado com oestupro mental processo de seleção para ingressar em uma universidade (ok, prometo ser mais lacônico). Até saíram alguns rascunhos, mas não passaram disso.
Enfim,venho por meio desta digo-vos que preciso falar desse assunto, e de outros talvez, para alguém (se é que alguém lê isso) ou simplesmente para algo. Tentarei escrever com certa frequência, relatando fatos da vida mundana, da minha vida e algumas outras coisas, com um pouco de humor, crítica, racionalismo e talvez com uma pitada de sentimentalismo.
Quem sabe não pego gosto pela coisa e acabo contando um pouco da busca por um sonho?
Beeem, aqueleee abraço!
Bem, como nenhum de todos vocês sabem, tenho esse blog não faz muito tempo, e logo no início, praticamente, já o larguei por conta de uma específica exigência burocrática social, o vestibular.
No início quis fazer desse pequeno sítio um lugar para entretenimento, depois para críticas e postagens de gostos pessoais. Com o ligeiro passar do tempo fui ficando sem uma vida social, sem pensamentos diversos e ficou difícil escrever algo bom e original sem ser relacionado com o
Enfim,
Quem sabe não pego gosto pela coisa e acabo contando um pouco da busca por um sonho?
Beeem, aqueleee abraço!
